E ae, tudo em riba galera?
Bom, vocês conhecem a Campus Party Brasil? A #CPBR (fica mais fácil né), foi por muitos anos o maior / um dos maiores evento(s) de tecnologia da américa latina, e hoje tem caminhado para se tornar o maior evento de internet do Brasil e um dos maiores da América Latina.
Tudo o que eu falei alí em cima é opinião pessoal ok? Se quiser saber realmente como a organização do evento se define e talz, visite: http://www.campus-party.org/ e tire suas próprias conclusões baseadas em pronunciamentos oficiais.
Pois bem, esse ano de 2016, pela segunda vez, eu palestrei no evento pelo Palco de Software Livre, graças a oportunidade da curadoria do palco feita pelo Paulo Henrique Santana, e apresentei 3 conteúdos diferentes, uma workshop sozinho, uma talk onde fui um de 4 participantes e 1 encontro de usuários da Diaspora. Eles foram:
Conhecendo na prática o Trisquel GNU/Linux (workshop) à partir das 08:00h de vídeo
IIº Encontro de usuários Diaspora do Brasil (conteúdo by comunidades)
As duas primeiras estão gravadas, a terceira é um conteúdo by comunidades e rolou na madrugada então infelizmente não tem gravação, os vídeos estão linkados no nome de cada conteúdo acima.
Bom, eu gostei muito dos resultados e os vídeos estão ai tanto como documento histórico para mim mesmo quanto para quem tiver curiosidade sobre os temas.
Fora isso, participei bem ativamente da install fest que acontece non stop na bancada de SL na Campus Party, não cheguei perto dos números que alguns dos instaladores chegam (sim Samuel, é dificil colar na sua numeração…) mas, atendemos todos que chegaram lá e, ao menos no meu conhecimento, quem queria ter uma experiência com GNU/Linux, saiu de lá satisfeito.
Nós chegamos a um número de 71 instalações contabilizadas na bancada durante o evento, embora esse número possa ser maior, devido a dificuldade no tracking… Sim, 71 instalações! E agradeço demais a todos os interessados que colaram na bancada, sem vocês, literalmente, esse número não significaria nada.
Eu gostaria de destacar o troféu desatenção para mim mesmo, onde, durante uma instalação pouco convencional, onde o usuário pediu uma instalação do Debian x86 tendo o HD externo dele como target, eu, ao invés de queimar a ISO no meu pendrive, queimei no HD do meu notebook… sim… quase 400Gb de downloads feitos durante a Campus ralo a baixo… escorreu uma pequena lágrima máscula devo admitir… Ah, considerando que algo parecido havia acontecido comigo mesmo uma semana antes da Campus enquanto eu preparava os 50 pendrives com Trisquel GNU/Linux que eu distribui na minha workshop, onde fiz A MESMA COISA no meu HD de dados de 2Tb… coisa linda… outra lágrima máscula caindo…
Bom, a experiência de ir a uma Campus Party e a de participar ativamente é sempre excitante, os contatos, as amizades, os coleguismos, as situações inusitadas, o shot do pirata…. não perguntem, não perguntem… tudo muito dahora, tudo muito bacana. Looking foward para outras oportunidades e eventos do gênero.
E acho que isso é um bom relato da minha experiência com a Campus Party desde ano, um pouco tardio uma vez que já estamos em Março, mas ainda assim, fica ai o meu relato.
Fiquem na paz e até a próxima.
Fui-me!
O trabalho Campus Party Brasil 2016 ou #CPBR9 e o Ode ao DD no target errado de Thiago Faria Mendonça está licenciado com uma LicençaCreative Commons – Atribuição 4.0 Internacional.