Salve salve turma! Tudo na paz?
Disclaimer!!! Esse aqui é um formato novo de texto que vai aparecer de vez em quando no site, e basicamente consiste de pequenos textos de assuntos por vezes aleatórios e temáticos de quando em vez (como o caso desse aqui) onde eu vou passar um pouquinho de opinião pessoal e hacks, dicas, pulos do gato sobre diversas coisas em um tom bem informal e o menos técnico possível. Como sempre, eu enquanto ser humano estou sujeito a erros e não recomendo nenhum hack ou dica abaixo se você não possuir o mínimo de conhecimento básico sobre o assunto, eu NÃO me responsabilizo por danos ao seus equipamentos, danos a sua saúde ou dinheiro jogado no lixo. Ok? Então vambora.
- Fones intra auriculares devem receber um cuidado redobrado no que diz respeito à volume. Como o som externo é abafado do ouvinte, volumes excessivos pode machucar o seu tímpano, principalmente em fones de baixa qualidade onde o fabricante para vender socou potência no driver e esqueceu os efeitos negativos. Tome cuidado.
- Escolher um bom fone de ouvido pode ser um martírio para muitos! Marcas famosas como as Beats (olha o trocadilho sútil) da vida, custam entre 400 e 600 reais os headphones ou earphones de entrada!!! Um belo roubo! A dica aqui é avaliar a sua necessidade, para fins de discussão, vamos tratar 3 grupos diferentes de “fones de ouvido”, earphones, headphones e headsets. Earphones seriam os mais próximos dos “foninhos de ouvido” que vem com o celular/mp3/mp4/Ifucker da vida, os headphones, aqueles de corpo completo que envolvem a sua orelha e, como o nome sugere, ficam presos à cabeça, e os headsets são os headphones com microfone embutido. Esqueça marcas da moda quando for escolher qualquer categoria deles, os earphones de entrada da sony saem em média a 50 ~ 80 reais e entregam um resultado bem bacana, os headphones da Sennheiser de entrada estão ai entre os 140 e 300 reais, e os headsets são fora do meu escopo (gosto de usar microfones separados para gravação de conteúdo). O hack aqui é: vá até uma loja especializada (em equipamento de áudio ou instrumentos musicais) e peça para testar, um bom fone entrega uma qualidade sonora infinitamente superior a um meia boca e dura muito mais, então, pagar 80 reais em um fone que dure 1 ano acaba sendo melhor que pagar 20 em um que dura 2 meses.
- Muitas marcas de fones, caixas de som, home theaters, módulos, drivers e etc, vivem prometendo o “True Bass”, o “Grave mais pesadão” e coisas do gênero, e colocam atributos em seus equipamentos (tanto no hardware quanto no software [caso o equipamento possua controladoras especiais] que alteram o som que você está tentando reproduzir para dar mais enfoque ao grave. Bom, você pode encarar isso como uma coisa boa, já que um grave mais alto da um “peso” a música, porém, a faixa que você está escutando alterada já foi mixada de uma forma, você está escutando ela de uma maneira diferente da original e, caso o trabalho da fabricante do hardware que você está rodando o áudio tenha sido porco, você vai acabar recebendo um som pior do que o original. Não dê preferência a hardware de som com “graves pesadões”, procure sempre aqueles que entregam o som de forma mais limpa e original.
Na minha opinião essa é a grande diferença entre fones da moda e equipamentos profissionais.
- Caixas de som de computador, dessas baratas, normalmente possuem além de qualidade sonora inferior, um volume bem abaixo do ideal para assistir aquele filme, ouvir aquela música… Se você está apertando o cinto e não pode/quer/se interessa em investir em um equipamento de áudio mais parrudo para o seu computador, compre dois kits de caixa de som baratas… A regra aqui vale tanto para as que ligam na tomada (que por si só já contam com uma entrada de sinal mais potente) quanto para as USB (principalmente essas, e sim, pode usar um Hub USB). Você vai ligar uma caixa de som na porta USB da máquina e na saída de áudio da placa de som. A outra, na porta USB da máquina e na saída de fone da primeira. Sim, eu não estou te zoando, o fato do primeiro par de caixas de som estar sendo energizado e enviando sinal pela saída de fone para outra saída energizada transforma (em meios bem genéricos) o primeiro par de caixas de som em um amplificador de sinal barato. Claro, não vale abusar do volume (que vai ser bem alto a essa altura) pois o mesmo provavelmente vai sair distorcido (culpa da má qualidade das caixas), mas a gama de possibilidades acaba de aumentar consideravelmente!
- Fones bluetooth e celulares são combinações incríveis se você investir em um equipamento bacana, porém, se você gastar uma grana em um fone bluetooth e sentir suas músicas “travando”, “clipando”, “buffando”, fora de compasso, pulando, fora de tom ou qualquer outro problema referente a execução das faixas, o problema pode ser bem fácil de resolver. No meu caso, usando um Galaxy S5 e um Nexus 5 para testes, sempre que a minha placa Wi-Fi no celular estava ligada, conectada ou não a uma rede, a mesma interferia na qualidade do sinal bluetooth. A dica então é: desligue a Wi-Fi e aproveite as facilidades dos fones sem fio! Ah, bluetooth é um battery eater absurdo, o meu pulo do gato é colocar o telefone em modo avião, assim nenhuma conexão externa é habilitada e ativar manualmente o bluetooth, minimizando ao máximo o consumo de energia do aparelho por processos zumbis.
E por hoje é isso turma, até a próxima.
O trabalho Pilulas #1 Audio Edition de Thiago Faria Mendonça está licenciado com uma LicençaCreative Commons – Atribuição 4.0 Internacional.